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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PASTORAL


Fé e Missão
"Qual é o proveito se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras?" (Tiago 1:14)
Nós precisamos urgentemente reavaliar o que é que entendemos por fé e missão quando falamos de cristianismo. Precisamos reavaliar a nossa fé em relação a missão da igreja. Muitas vezes não sabemos o que fazer com a fé e como é que ela opera no mundo, pois temos apenas uma vaga idéia do que é que Deus requer de cada um de nós em relação à sociedade ao nosso redor.
Às vezes a igreja se assemelha a um barco solto no mar em busca daqueles que sofreram um naufrágio. Temos uma mentalidade de que quanto mais salvarmos e colocarmos para dentro do barco, melhor é. Geralmente, depois de colocarmos as pessoas neste barco, nós não nos preocupamos com elas no sentido de ensiná-las a como se manter neste barco e nos preocupamos menos ainda com as pessoas que ficaram para fora do barco. Nos damos por satisfeitos com uns poucos que conseguimos resgatar.
Reavaliar a nossa fé em relação a nossa missão é justamente colocar em prática os ensinos globais de Jesus Cristo. Ele não pediu que resgatássemos uns e abando-nássemos os outros. O Novo Testamento nos ensina que enquanto a igreja caminha para a consumação dos séculos, ela tem por missão se preocupar com todos os aspectos concretos que fazem parte da realidade do ser humano. Isto significa que somos chamados a ser não somente observadores no reino de Deus, mas participantes ativos do mesmo. Nós participamos salvando e servindo. Agindo assim nos tornamos semelhantes ao nosso Senhor, que veio para salvar e servir. Fé e ação andam juntas.
Peça que Deus lhe ilumine os passos, a fim de que você possa cumprir com a sua missão no mundo. Isto trará grandes alegrias ao seu coração, pois você estará em sintonia com o propósito salvador de Deus. Quando isto estiver acontecendo, você perceberá o quanto você é importante para Deus e para o seu reino.

sábado, 12 de novembro de 2011

PASTORAL



Receita contra o Stress
“Todas as coisas são canseiras...  Eclesiastes 1.8
“Do suor do teu rosto comerás o teu pão...” – Esta foi a sentença pronunciada por Deus ao homem, como consequência da sua desobediência, no limiar da história. Desde então o homem tem corrido atrás da sobrevivência.
À medida que se vai descobrindo novas necessidades de bem estar, o ser humano trabalha mais para poder ter acesso a esses bens. O dia já não é mais suficiente entra-se pela noite; a semana já não é mais suficiente, usa-se o dia do Senhor – o domingo; e o pior é que mesmo assim, a satisfação não vem e então, não se tem mais tempo para a família, para os amigos e muito menos para meditar na Palavra de Deus que alimenta o espírito.
Aí está a origem do stress: – esquecer Deus. Que poderei fazer sem Ele? A causa da nossa fadiga consiste justamente na falta de diálogo com o Senhor de todas as coisas que promete vitória e descanso a todo que o buscar com sinceridade e singeleza de coração.
Então, a receita contra o stress, é: “Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça” – ou será que Jesus, o Fiel e Verdadeiro, estava mentindo quando disse isto?
Precisamos dar mais atenção e crédito à sua Palavra sob pena de sermos levados junto com os “gentios”, isto é, os incrédulos a uma situação de mortos vivos. Se Ele disse que o “Pai sabe as coisas que necessitamos antes de lho pedirmos”, vamos confiar nele e viver uma vida abundante.
Se atentarmos com mais presteza para os seus conselhos, estaremos vacinados contra o mal do século e realizaremos com mais amor a sua Obra. Que Deus abençoe a sua Igreja.

sábado, 5 de novembro de 2011

PASTORAL



Onde Jesus mora?

"Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada" (João 14.23)
Esta palavra falou muito forte ao meu coração nestes últimos dias. Vamos nos perguntar algumas coisas. Mas com muita sinceridade porque, do contrário, não funcionará.
Se Jesus viesse morar na sua casa, algo seria diferente na sua família? Se ele fosse seu vizinho, seu condomínio, seu conjunto ou sua quadra seriam diferentes? Se ele trabalhasse na sua empresa, algo seria diferente? Se ele estudasse na sua sala de aula?
Meus irmãos, ele está lá. Aliás, está lá e está aqui e está em cada lugar onde um cristão ponha os seus pés, pois Ele habita em nós. Porque não fazemos então a mesma diferença? Porque parece que somos apenas mais um no meio dos demais?
É só um desafio a ser aceito, eu devo ser como Jesus, em carne e osso, no sentido de fazer diferença e trazer luz a todas as pessoas. Quero ser assim e assim serei se levar a sério a idéia. Conhece Jesus? Prazer, aperte aqui na minha mão. Ele mora aqui dentro. Quer o endereço dele? Te dou o meu. Dá na mesma.
Por favor, vamos abrir um parêntese. Estou falando de ser reflexo da glória de Deus, de ter o caráter de Cristo, de ser imagem e semelhança assumida e manifesta. Em momento algum estou sequer cogitando o lugar Dele. Ele é único e sempre o será, mas temos vários pontos para assumir, inclusive que o Seu Espírito habita em nós.
Mas sabe, isso está me dando um novo ânimo! Jesus vai voltar e pegar a muitos desprevenidos ou desavisados, mas não eu. Estou disposto a ser Jesus perambulante pela cidade. Alguns vão chamar isso de exagero. Eu olhei na Bíblia e concluí que não, que na verdade, isso deveria ser o normal.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PASTORAL


Degraus da vida Cristã
 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. (Romanos 5:3 e 4.)
 O texto de hoje fala de uma escada de quatro degraus. O primeiro é a tribulação. Quando temos uma atitude correta em face de tribulações e provas, atingimos o segundo degrau, que é a perseverança. Perseverança não é outra coisa senão persistir na luta. A perseverança não admite desistência. Quem desiste, não avança, e quem não avança, não pode pisar no degrau da experiência. A experiência é fruto de uma batalha contínua, sem recuos. Experiência significa maturidade, ou seja, capacidade de administrar os lucros e as perdas da vida. E a experiência, forjada na escola da fé, gera a esperança, que é o quarto degrau.
 A esperança é a âncora dos que lutam sem esmorecer. A esperança é o sonho, o alvo, a meta, a expectativa, o prêmio. Quando lemos o capítulo 11 de Hebreus, vemos vários personagens bíblicos galgando os degraus da escada retratada em Romanos 5:3 e 4. Todos eles passaram por tribulações, foram perseverantes, desenvolveram uma experiência digna de imitação e, por isso, alimentaram uma vigorosa esperança. Diz o texto bíblico: "Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra." Heb. 11:13.
 Imaginemos se aqueles que são considerados “Heróis da Fé” tivessem desistido de pregar o Evangelho ao primeiro obstáculo! Quem seríamos nós sem a mensagem salvadora? Mas, louvamos a Deus pela coragem daqueles que nos antecederam e a sua história ficou registrada com o objetivo de inspirar cada um de nós a galgar vitoriosamente a escada da vida cristã.
 Que eu e você estejamos dispostos a avançar com fé redobrada e de mãos dadas com Jesus subindo os degraus da vida cristã.
Amém

sábado, 22 de outubro de 2011

PASTORAL


Significado Eterno
 "E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor,...sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança." (Colossenses 3.23-24)
 Um amigo e colega do físico Gerald Schroeder celebrava o seu 60º aniversário. Ao pensar na sua idade, ele ficou surpreendido por perceber que a maior parte da sua vida estava para trás dele. Durante décadas ele tinha ajudado agricultores em países em desenvolvimento. Os seus esforços tinham salvo milhares de pessoas da fome, e isso tinha-lhe dado grande satisfação.   Mas agora ansiava por um sentido de vida para além do nosso tempo e espaço no mundo. Ele sabia que apesar de a ciência ter conseguido maravilhas em melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas, não pode prover nada que satisfaça a fome da alma. Por isso ele iniciou uma busca por paz interior.
 O Senhor disse que para encontrarmos sentido e significado eterno devemos conhecer Deus e viver para Ele. Uma boa ação para ganhar o aplauso humano só tem valor por um tempo, uma ação feita com Deus em vista dá recompensas eternas (Mt. 6:1-18). Mesmo um gesto simples como dar um copo de água fria tem valor eterno quando feita em Seu nome (Mc. 9:41).
Se você anseia por um sentido na vida, o primeiro passo é confiar em Jesus como Senhor e Salvador pessoal. Depois, fazer tudo para Ele. Se você fizer isto, um dia estará perante Ele, ouvirá a Sua recomendação, e receberá recompensa eterna.
 Lembremo-nos que tudo que fizermos para nós durará apenas uma vida, só o que fizermos para Cristo durará para sempre.

Amém




terça-feira, 18 de outubro de 2011

PASTORAL


AMOR QUE SE EXPRESSA EM SERVIÇO
 "Então, aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou, passando ela a servi-los." Mc 1:31
 Nesta passagem do Evangelho temos uma lição de amor que precisa ser vivida em nossas Igrejas. Diante de tantos desafios e com grandes metas, precisamos aprender com esta passagem. Hoje em dia fala-se muito em milagres e no poder sobrenatural do Senhor, mas ao olhar para este milagre podemos dizer que não foi tão grande assim. Era apenas uma febre. E para esta enfermidade, bastava um chazinho desses ensinados pela vovó e ele teria curado esta senhora que se tornou famosa por ter sido sogra de Pedro. Então, qual a vantagem da cura? De fato, se o negócio é uma "classificação" de curas, essa não teria tido uma boa colocação. A bem da verdade, teria sido desclassificada. É o tipo de testemunho que muitos deixariam de lado.
 A questão, porém, supera o "ranking" de cura. Vai além daquilo que Jesus queria fazer, e daquilo que Ele fez, que foi ser solidário com as pessoas que sofriam, servi-las onde e quando fosse necessário.
 Jesus afirmou que "não veio para ser servido, mas para servir" (Mc 10:45) e ainda instruiu seus discípulos dizendo: "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também". (Jo 13:15). Assim, o mais importante nesta passagem foi o fato de aquela mulher ter compreendido a lição: "ela se pôs a servi-los". Seguiu o exemplo de Jesus. Ela poderia muito bem ter-se esquivado: "gente velha não presta pra nada", ou: "acabei de ser curada, tenho mais é que descansar". Mas não, renovada no corpo e na alma, depois de ser tomada pela mão de Jesus, assumiu o serviço com a maior alegria possível. Grande mulher essa sogra de Pedro.
 Aceite o desafio de seguir este exemplo, pois verdadeiramente ela foi uma grande mulher, porque acima de tudo era uma grande cristã, pois colocou em prática aquilo que é mais essencial na vida cristã: o amor que se expressa em serviço. Esta foi à motivação que ela encontrou para servir-los, este foi o grande milagre na casa de Pedro.
 Se você ainda não encontrou motivação para servi-lo, Jesus quer hoje tomar você pela mão e transformar a sua vida por inteiro, realizar este milagre em sua vida. Mas se você já encontrou esta motivação e o seu amor a Deus já se expressa em serviço, louve a Deus e continue, pois Ele não está apenas interessado no que você está fazendo, mas por que está fazendo. Viva amando o Senhor e servindo a todos, onde e quando for necessário. Vale a pena!




sábado, 8 de outubro de 2011

PASTORAL


“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”. (Romanos 7:19).
 O apóstolo Paulo se refere aqui a uma tremenda batalha entre a natureza carnal e a natureza espiritual. Essas duas forças antagônicas são também chamadas de “vontade da carne” e “vontade de Deus”. (Ef. 2:3.) Nessa guerra espiritual, muitos são derrotados.
 Um certo irmão, já falecido, contou que, ao ordenhar uma vaca, numa calma manhã de domingo, o animal se espantou e derrubou o balde de leite. Furioso, aquele irmão afastou-se alguns metros e se arremeteu contra a vaca, dando-lhe forte chute na barriga. O animal sentiu o efeito da ira humana.
 Minutos depois, o irmão acalmou-se um pouco, mas estava arrasado emocionalmente. Foi, então, para trás de uma moita, refletiu no que havia feito, e ajoelhou-se. “Meu Deus, por que não consigo dominar essa natureza má que existe em mim?” Em prantos, rogou ao Senhor que lhe perdoasse aquele pecado, e, em seguida, foi acariciar o animal. “Olá, Mimosa, eu...”
 Ira, inveja, cobiça, egoísmo, lascívia, malícia, desejos carnais, orgulho, etc. – são facetas da vontade da carne. Todos nós nascemos inclinados ao mal. Davi afirmou: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe.” Sl. 51:5. Quando aceitamos a Cristo, a vontade da carne continua em nós, mas suplantada pelo poder do Espírito Santo. Paulo afirma: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito.” Rm. 8:9. Ao aprofundarmos nossa permanência em Cristo, os caprichos do velho homem ficam lá no porão, quietinhos. “Assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fizeram novas.” II Cor. 5:17.
 A obra da santificação é uma constante guerra contra a natureza pecaminosa. É a obra de Cristo em nós. A diferença entre o crente e o não-crente é marcante: um é guiado pelo Espírito; o outro, pela vontade da carne. Quem é guiado pelo Espírito, não dá coice: nem com os pés, nem com palavras, nem com atitudes.
 Peçamos a Deus que ele faça-nos novas criaturas a cada dia, para o louvor da sua glória.

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